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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Artista cria planta baixa de cenários de séries televisivas

A mesa de jantar redonda, situada entre a cozinha azul e a sala roxa do apartamento de Mônica e Rachel, foi um cenário emblemático da série de TV norte-americana "Friends". Os quartos e banheiros costumavam ficar em segundo plano, mas não para os olhos atentos de Iñaki Aliste Lizarralde.

Mais conhecido como Nikneuk, o artista espanhol aproveita o tempo que dedica assistindo às séries de que gosta para desenhar plantas baixas do interior das casas e apartamentos que vê.

Planta de andar com os apartamentos de Chandler e Joey (à esq.) e de Mônica e Rachel, de "Friends"


Entre os projetos, além de "Friends", destacam-se o apartamento de Carrie Bradshaw, incluindo seu estimado closet, de "Sex and the City", a residência do serial killer Dexter Morgan, de "Dexter", o quarto e sala de Penny, dividindo andar com o apartamento de Sheldon e Leonard, de "The Big Bang Theory", a casa onde Ted Mosby, de "How I Met Your Mother", reúne os amigos e a residência dos Simpsons.

Outra planta de andar, com apartamentos dos personagens Sheldon e Leonard (à dir.) e do quarto-e-sala de Penny, de "The Big Bang Theory"


Na lista, há ainda filmes, como a casa voadora de Carl Fredricksen, da animação "Up - Altas Aventuras".
As plantas –todas feitas à mão– são elaboradas com riqueza de detalhes. Alguns trabalhos estão em escala, seguindo as proporções originais dos sets de filmagem.

Casa dos Simpsons


Porém, como é comum em séries a renovação de cenários, há casos em que Lozarralde acaba misturando as várias versões existentes. 

Plano térreo do apartamento do serial killer Dexter Morgan, de "Dexter"

Residência de Carrie Bradshaw, de "Sex and The City". Destaque para o closet

Fonte: http://www.folha.com.br/no1395406
Site do artista com mais plantas: http://nikneuk.deviantart.com/




sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Minhocão

A ideia de ligar a zona oeste à zona leste de São Paulo sem a intervenção de semáforos foi colocada em prática em 1971 por Paulo Maluf, então prefeito da cidade. Assim nasceu o elevado Costa e Silva, apelidado de Minhocão.
No dia da inauguração, o viaduto congestionou. Surgia aí a dúvida sobre os benefícios da obra e a sua utilidade. Mas os questionamentos que apareceram na década de 1970 permanecem sem respostas até hoje.

Rua Amaral Gurgel, antes da construção do elevado

Rua Amaral Gurgel, antes da construção do elevado, em 1966

Imagem do projeto da via elevada, em 1969

Construção do elevado Costa e Silva

Obras do elevado Costa e Silva

Obras do elevado Costa e Silva, ligação leste - oeste, em 1970

Obras do elevado Costa e Silva, próximo à Av. São João, em 1970

Visita ao elevado em obras, em 1971

Obras do elevado Costa e Silva, em 1970

Inauguração do Elevado Presidente Arthur da Costa e Silva

Elevado Costa e Silva, em 1971

Os "benefícios" desta obra rapidamente foram sufocados pela degradação da região e desvalorização de seus imóveis. Passou a abrigar moradores de rua e usuários de drogas.

O técnico do IPT, João Baring, constata o nível de ruído na Av. São João, ao lado do Minhocão, em 1989

Trânsito congestionado na saída da Radial Leste para o elevado, em 1990

Praça Marechal Deodoro, em 1956

Comparação da praça Marechal Deodoro, já com o elevado Costa e Silva em funcionamento, em 1987

Na década de 1990, o Minhocão passou ter horários de fechamento, inicialmente nos finais de semana. Hoje fica fechado para carros diariamente das 21h30 às 6h30 e durante todo o dia em domingos e feriados.

Cão late para o fotógrafo Ed Viggiani em um domingo de manhã no Minhocão, em 1990

 
Os primos Orlando e Luis Gomes aproveitam a interdição do Elevado para andar de skate, em 1990
Em 2011 o Elevado completou 40 anos de existência.
João Sérgio, funcionário da CET, inicia o fechamento do Elevado. São Paulo, 18/01/2011. Foto: Tiago Queiroz/AE

Pedestres caminham pelo asfalto molhado após o fechamento do trânsito de carros. São Paulo, 18/01/2011. Foto: Tiago Queiroz/AE
De pista de carros à pista de cooper. Homem corre pelo Elevado após seu fechamento para o trânsito de automóveis. Foto: Tiago Queiroz/AE


Várias são as tentativas de "humanizar" a área do Elevado, principalmente a Rua Amaral Gurgel. Começando pela base: 20 retratos com seis metros de altura e três de largura tomam os pilares do Minhocão até janeiro de 2014. Nesse espaço pouco querido pela cidade, a fotógrafa Raquel Brust expôs closes de rostos de trabalhadores e moradores cujas vidas estão ligadas à esta estrutura de concreto.
Comerciantes da região, pessoas que fazem do Minhocão o seu teto e habitantes dos prédios cujas janelas são voltadas ao elevado compõem os retratados.
As fotografias podem ser encontradas entre os acessos da rua da Consolação até o terminal de ônibus Amaral Gurgel. 




Mas ainda temos uma região destruída pelo chamado progresso. A construção do Elevado Costa e Silva é um exemplo de que estudos rigorosos devem ser feitos ao tentar modificar um centro urbano.


Teatro Paiol, inaugurado em 1969 por Perry Salles e Miriam Mehler, sofre com a degradação dos baixos do Minhocão


Fonte:
http://guia.folha.uol.com.br/passeios/2013/11/1377945-minhocao-ganha-piscina-por-um-dia-djs-pecas-e-filme-saiba-como-aproveita-lo.shtml 
http://bravonline.abril.com.br/blogs/bravices/2010/03/23/ 
http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/minhocao-24-horas/ 



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Ranking elege os 11 edifícios mais bonitos construídos em 2012

A Emporis, empresa que recolhe dados de projetos de construções de todo o mundo, elegeu os onze arranha-céus mais bonitos do mundo que tiveram as suas obras finalizadas em 2012.  Houve empate na 9ª posição.

 1º lugar: a dupla de torres que forma o Absolute World Towers, projetada pelo escritório MAD Architects, na cidade de Mississauga, Canadá, é o arranha-céu mais bonito construído no ano passado. Segundo os jurados do ranking, o que mais impressionou nos edifícios residenciais apelidados de “Marilyn Monroe” foi o “design único” das estruturas retorcidas, uma medindo 158 e outra 176 metros de altura. Mais de 300 projetos participam da competição.
1

2º lugar: Projetado pelo escritório Aedas, o Al Bahr Towers possui painéis fotovoltaicos e um sistema que reduz em 50% o consumo de energia. O complexo está localizado em Abu Dhabi.
2

3º lugar: O Burj Qatar, em Doha, no Quatar, foi criado pelo arquiteto Jean Nouvel para parecer uma tela islâmica. O complexo possui 45 metros de diâmetro e 46 andares.
3

4º lugar: Criado por Foster + Partners em parceria com Zeidler Partnership Architects, o terceiro arranha-céu mais alto do Canadá ficou com a quarta posição do ranking. Chamado de The Bow, o empreendimento utilizou predominantemente vidro na sua fachada.
4

5º lugar: Conhecido como the House on Mosfilmovskaya, o complexo é um dos mais altos da Rússia. O arranha-céu que conta com uma torre vizinha que segue o mesmo padrão arquitetônico foi projetado pelo russo Sergey Skuratov Architects.
5

6º lugar: Em Guangzhou, na China, se encontra o Pearl River Tower, considerado um dos prédios mais sustentáveis do mundo. A arquitetura torre é assinada pelo escritório SOM.
6

7º lugar: O complexo Varyap Meridian, localizado em Istambul, na Turquia, possui 1,5 mil apartamentos e um hotel. O empreendimento foi projetado pelo escritório americano RMJM’s
7

8º lugar: A UniCredit Tower foi criada pelo escritório Pelli Clarke Pelli Architects como uma escultura em Milão. O complexo é formado por três edifícios de 11, 22 e 31 andares – este último considerado o mais alto da Itália.
8

9º lugar: O empreendimento Renaissance Barcelona Fira Hotel, assinado por Jean Nouvel, possui duas torres conectadas por um átrio com um dos maiores jardins verticais do mundo.
9

10º lugar: Projetado por Tago Architects, o complexo Dumankaya IKON é um residencial que possui um shopping center na sua base. Localizado em Istambul, na Turquia, as duas torres são interligadas entre alguns andares.
10

11º lugar: Localizado em Zhengzhou, na China, a Zhengzhou Greenland Plaza abriga escritórios e um hotel de 435 quartos. A torre, projetada pelo SOM, possui um espelho na parte superior que reflete a luz solar para o átrio do hotel.
Fonte: http://grupopizzinatto.com.br/home/noticia.asp?id=1114 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Exposição: Todas as Cores de Mariscal


Entrevista com Javier Mariscal

Cadeiras da marca Vondom, para área externa. Foto: DIVULGAÇÃO


Natália Mazzoni – O Estado de S.Paulo

O trabalho colorido e bem-humorado de Javier Mariscal está em exposição na mostra Todas as Cores de Mariscal. A parceria do Instituto Tomie Ohtake com a Tok&Stok trouxe para o Brasil cerca de 60 obras do designer catalão, entre mobiliário, objetos, luminárias, pinturas, brinquedos e projetos gráficos.
A Tok&Stok também lançou quatro linhas de acessórios para casa assinadas por ele, sempre com peças muito coloridas. O Casa conversou com o designer sobre seu trabalho.

O que foi pensado especialmente para os brasileiros nessas coleções?

Acredito que o público brasileiro é um dos que mais importância dão ao bem-viver e a desfrutar a vida. Eu penso da mesma forma, por isso desenhei objetos que ajudam as pessoas a ter uma vida mais divertida. Cercar-se de coisas belas ajuda a viver melhor.


Como você usa o humor no seu trabalho?

O humor e o jogo são formas de ver a vida como quando éramos crianças. É muito importante brincar e introduzir o humor no design. A linguagem dos objetos tem de ser mais emocional para comunicar melhor.


O que o público pode esperar ao visitar a exposição Todas as Cores de Mariscal?

Fazer essa exposição foi uma oportunidade muito boa para que o Brasil conhecesse o trabalho que desenvolvemos no Estúdio Mariscal. Temos muita sorte em poder expor em um dos museus mais belos que conheço. Meu objetivo é fazer as pessoas captarem um trabalho que brinca com espaços e cores em diferentes linguagens de design.


O que você leva de inspiração do Brasil para seu estúdio?

No Brasil recebo muita informação passeando pelas ruas e conhecendo pessoas. Cada vez que venho sinto uma enxurrada de coisas interessantes. Tudo é muito vital e eu gosto disso.

Exposição:
Todas as Cores de Mariscal
Instituto Tomie Ohtake: Av. Faria Lima, 201, Pinheiros. Tel.: (11) 2245-1900.
De terça a domingo, das 11 às 20 horas. Até 29 de setembro. Entrada franca




Fonte: http://blogs.estadao.com.br/casa/cor-para-viver-melhor/
Mais informações sobre o artista: http://pt.wikipedia.org/wiki/Javier_Mariscal
http://www.mariscal.com/es/home




segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Arquitetura Brutalista

A Arquitetura Brutalista foi um movimento arquitetônico basicamente ocorrido nas décadas de 50 e 60 onde a estrutura da construção ficava evidenciada, sendo ela a principal ornamentação do projeto.
No Brasil temos vários exemplos sendo que em São Paulo a corrente possui construções ainda em evidência (reformadas ou não) como o Estádio do Morumbi e o MASP.


Prefeitura de Boston, 1968 – Kallmann McKinnell & Knowles




Quer saber mais ?

Referências: