sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Enquanto Isso...: Papel de Parede para um Banheiro mais Bonito!

Enquanto Isso...: Papel de Parede para um Banheiro mais Bonito!: Aqui no Brasil não é muito comum usar o papel de parede no banheiro ... Para este ambiente gostamos mais de pastilhas e azulejos decorati...

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Prédio da Galeria do Rock comemora 50 anos em 2013

Murilo Bomfim e Taís Toti - O Estado de S. Paulo
 
 
Assim como o rock’n’roll, algumas coisas não envelhecem nunca. É o caso da Galeria do Rock, cuja história se confunde com a da cidade - pelo menos nas últimas cinco décadas.

Galeria do Rock - Isadora Pamplona/ Estadão
Isadora Pamplona/ Estadão
 
 
Galeria do Rock
Projetado na década de 50 pelo arquiteto Alfredo Mathias, o prédio que abriga o ‘Shopping Center Grandes Galerias’ só foi inaugurado em 1963. "Havia uma necessidade de ocupação da área central", diz o atual responsável pelo local, Antonio Souza Neto, mais conhecido como ‘Toninho da Galeria’. O conceito de rock ainda não havia contaminado as lojas, que concentravam mais de cem alfaiates.
Em 1976, depois de perder lojas para as regiões sul e oeste da cidade e passar quase meia década vazia, a galeria ganhou sua primeira loja punk, a Wop Bop, do vocalista da banda Olho Seco, Fábio. A administração da época via problemas nas tribos que ouviam sons mais pesados e proibiu a abertura de novas lojas com o tema. Foi só em 93, com a chegada de Toninho, que o rock se tornou soberano na galeria. Enquanto outubro - e a grande comemoração que ele prepara - não vem, celebre os 50 anos em um rolê de compras à moda antiga - ali e nas galerias vizinhas.


Para comandar as pistas
Além de roupas, acessórios e discos para os amantes da música, a Galeria do Rock tem um espaço para quem quer colocar a mão na massa. A Discool’ Box DJ tem um curso que, em 20 horas, ensina qualquer um a dominar as pick ups. O tempo de aula pode ser dividido da maneira que for mais conveniente para o aluno, mas é recomendável fazer aulas de, no máximo, duas horas por dia, duas vezes por semana. O preço do sucesso é R$ 800, que podem ser divididos em duas parcelas. Sobre a música: não precisa ser rock não, vale qualquer estilo. Subsolo, loja 23, 3337-5507.


Cabelo, cabeleira, cabeluda...
Ao andar pela Galeria é comum encontrar pessoas de diversas tribos. E incomuns são, às vezes, os cabelos de quem passa por lá. Se, durante o passeio, der vontade de dar um trato no visual, o Zulu pode se encarregar da tarefa. Sob o slogan ‘A arte em cabelos exóticos’, o pequeno salão faz cortes e penteados que vão desde os tímidos até os mais ousados. Há dois cortes bem populares no local. Um deles se chama ‘From UK’, que deixa as madeixas desfiadas e irregulares, às vezes com uma franja grande recobrindo o olho. O outro é o ‘Rockabilly’, que imita a cabeleira de Elvis Presley: batidinho dos lados e com várias possibilidades no topo. Vale até topete. 1º andar, loja 211, 3223-8775.


Sem rótulos
No terceiro andar da galeria, uma loja chama atenção: o pé direito é baixo, o local é escuro e a cor roxa predomina. A Fake No More vende roupas que vêm de vários lugar do Brasil, sempre em um estilo... bem, Christian Hosoi (foto), dono da loja, não gosta de dar nome aos bois: "Há quem diga que é gótico, há quem diga que é dark, há quem diga que é medieval. Eu não rotulo." Algumas peças são feitas pelo próprio Hosoi e podem chegar a custar R$ 600. Quem gostar do ambiente pode aproveitar a mesa de chás e café, cortesia do proprietário. 3º andar, loja 474, 997-854-834.


Um canto de paz
Basta ver a placa "sebo mais antigo da cidade" para querer entrar na Livraria Calil, no 9º andar da Galeria Itá. Especializada em livros esgotados e raros de temática brasileira, a loja tem um ambiente agradável, em especial pelo sossego em meio ao movimentado centro. Maristela Calil deu continuidade aos negócios do pai, que começou há 68 anos. Para ela, o que faz a livraria ser uma referência não é só a qualidade do acervo, mas o atendimento pessoal aos clientes. Mesmo com as prateleiras recheadas de obras raras, Maristela ainda está em busca de um livro: ‘Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema’, primeiro livro de Mário de Andrade. R. Barão de Itapetininga, 88, metrô Anhangabaú, 3255-0075.


Em busca de velharia
O pedaço é o melhor amigo dos amantes de vinil, turma que só aumenta na cidade. Para garantir que a coleção tenha exemplares essenciais, vale dar uma passada na Galeria Boulevard do Centro. Passe pelas lanchonetes e pela curiosa e pequena fonte em uma das paredes do térreo e suba para o primeiro andar, onde há várias lojas de vinis usados e em bom estado. A maior delas é a Ventania, aberta desde 1986. Há discos de todos os estilos e épocas, garante o vendedor Alcides Neto. E a organização ajuda (muito) a encontrar o que procura. R. 24 de maio, 188, metrô República, 3331-0332.


Preciosidades
O prédio que abriga a Galeria Itapetininga foi construído em 1945 e, hoje, é o ponto de encontro dos fanáticos por brinquedos antigos. Os corredores concentram mais de dez vitrines onde vendedores, como Fábio Assumpção Costa (foto), expõem as antiguidades que certamente habitaram a sua infância. Entre os mais procurados e valorizados estão o Forte Apache da Gulliver e os autoramas de marcas como a Estrela. Brinquedos não são as únicas raridades do centro comercial, porém. Encontram-se por lá ainda duas lojas de pedras (preciosas ou não). São vendidas desde as mais comuns, com preço a partir de R$ 1, até as mais raras, que são bem maiores e podem chegar a R$ 8 mil. R. Barão de Itapetininga, 267, metrô República, 3259-6515.
 

Para não perder
A Galeria Nova Barão está se tornando queridinha dos roqueiros e audiófilos em geral pela variedade de lojas de vinis (na maioria novos e importados) no primeiro andar. Mas o térreo também tem coisas interessantes, e não é só a agradável fonte com banquinhos esperando por um descanso no meio da tarde. Lá tem a Oliveira, loja com mais de 40 anos de tradição especializada em guarda-chuvas. Se você pensa que o acessório é item descartável, pode repensar. Lá os modelos são feitos para serem duráveis (o que justifica o preço, de R$ 18 a R$ 450), e a loja também oferece serviços de conserto (entre R$ 8 e R$ 15). Dá para escolher entre sombrinhas de bolso e guarda-chuvas automáticos, entre outros. R. Nova Barão, 69, metrô República, 3159-2318.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Obra: Visconde de Indaiatuba

 Fundações prontas, impermeabilizadas e paredes sendo erguidas.




Início dos trabalhos na obra do salão da Visconde de Indaiatuba. Terreno limpo e marcação de estacas realizada.



 
 
Aplicando o padrão do cliente na fachada.
 




Detalhe do nivelamento do forro através de aparelho eletrônico. Aplicamos também a manta térmica sob o telhado metálico. Este procedimento auxilia na manutenção da temperatura interna.
 
 
















segunda-feira, 20 de maio de 2013

Virada Cultural Paulistana

20/05/2013 - 03h00

Madrugada no centro

DE SÃO PAULO

"Vamos ficar mais um pouco, ainda vai ter Elza Soares e Gaby Amarantos!", arriscou uma amiga, na madrugada de ontem, depois de termos assistido ao funk de George Clinton no palco Júlio Prestes da Virada Cultural --e passado por uma balada eletrônica montada num buraco da cracolândia. Estávamos numa turma disposta e, além do mais, turbinada pela energia dionisíaca do artista carioca Ernesto Neto, que veio inaugurar uma mostra de desenhos na cidade.
"Que horas vai ser a Elza?", perguntei, desligado do relógio. "Às seis", disse-me a amiga. "Às seis?!", quer dizer então que já são....
Sim, já passavam das 5h de domingo, sentia-me um zumbi e a massa continuava a transitar para lá e para cá pelas ruas do centro. Manos, minas, bibas, bobos, bêbados, pretos, brancos, mulatos, morenos, orientais, perifas, playboys, polícia, nóias. A paisagem humana e desumana de São Paulo desfilando na avenida.
Não é sempre que se pode ter uma experiência como essa, de ficar cara a cara com a cidade e caminhar de madrugada por aquela região, degradada, mas também pulsante, com suas referências históricas, seus belos marcos arquitetônicos e sua fascinante bizarrice. A Luz, a Pinacoteca, a Júlio Prestes, os edifícios modernistas, os cortiços... São Paulo, comoção de muitas vidas.
Mas ninguém em sã consciência imaginaria que um acontecimento desse tipo fosse transcorrer sem tensão e conflitos. Se um show está marcado para começar às 6h, o que esperar na plateia? Pessoas que foram dormir cedo para acordar atleticamente às 5h e chegar tinindo à Júlio Prestes? Ou gente que desde cedo já estava pilhada para virar a noite e se entregar à balada?
Eram ainda 14h quando fui à Sé de metrô para ver, na Caixa Cultural, a exposição do poeta multimídia Walter Silveira. E já havia àquela hora (quatro antes do início da programação de shows) um grupo de rapazes e moças tirando fotos no trem com uma garrafa de vodka vagabunda pela metade e canecas nas mãos.
O fato é que a Virada, ao menos implicitamente, é um um convite oficial a um porre coletivo, como o Carnaval. É aquele fim de semana em que a farra preside a vida. E pelas ruas rola de tudo, do pior álcool à pior droga -o crack, que continua a ser consumido por hordas assustadoras de dependentes, apesar das operações que prometiam "acabar com a cracolândia". "Dependente também é gente", dizia, a propósito, uma pichação que vi num muro.
É verdade que a maioria está ali para se divertir, mas nessas condições, excessos e casos de violência tornam-se inevitáveis. A presença do policiamento, embora ostensiva aqui e ali, parece insuficiente. E não seria num evento como a Virada que a rotina de roubos e mortes da cidade magicamente se interromperia.
Não é demais lembrar que no primeiro trimestre do ano os homicídios no centro da cidade passaram de 14 para 25 casos, em comparação com 2012. E nesses 90 dias, apenas nos distritos da Sé e de Santa Ifigênia, foram registrados mais de 1.600 roubos.
O saldo de crimes do evento, portanto, não surpreende. É uma pena, porque muita gente vai pensar três vezes se vale a pena arriscar na próxima. Talvez seja o caso de rediscutir o formato, os horários e a atuação da polícia na Virada, mas bom mesmo seria viver numa cidade e num país menos propensos à violência.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br
Colunista: marcos.augusto@gmail.com.br

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Porta que fica opaca quando trancada !

O banheiro do Cafe Diglas, na Austria, é uma atração a parte para todos os que frequentam o local. As portas das cabines individuais, a primeira vista, são totalmente transparentes, mas ao entrar e rodar a chave, o vidro fica opaco quase que instantaneamente.


Fonte: http://jesusmanero.blog.br/

segunda-feira, 15 de abril de 2013